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ONG Salve a Si inaugura casa para mulheres dependentes químicas no DF

Entidade pede ajuda dos brasilienses para garantir o funcionamento da operação. Objetivo é abrigar até 30 mulheres no imóvel

A comunidade terapêutica Salve a Si inaugurou uma casa de acolhimento para abrigar mulheres dependentes químicas em busca de tratamento. A nova operação depende da solidariedade da população para garantir seu funcionamento até que a entidade consiga apoio governamental.

Localizado em São Sebastião, o centro de tratamento abrigará até 30 mulheres e gestantes. É a segunda casa da Salve a Si. Atualmente, 130 homens com idades entre 18 e 70 anos já são ajudados pela iniciativa.

O fundador Henrique França afirmou que os gastos mensais para manter a nova estrutura giram em torno de R$ 15 mil. Por isso, ele pede ajuda dos brasilienses com doações.

“Como é uma instituição que trabalha com atendimento gratuito, lançamos essa campanha onde as pessoas podem ajudar, todo mês, com a quantia que puderem. O ideal seria que conseguíssemos 150 pessoas para doar R$ 100 ao mês”, explica.

A Salve a Si também está recebendo doações de mobiliário, roupas de cama, vestimentas e alimentos. “Tudo que as pessoas puderem doar é muito bem-vindo para a gente”, reforça França.

História de redenção de ex-traficante do DF vai virar filme

Após ter sido preso com 15 kg de cocaína na Europa, Henrique França fundou uma das maiores casas para tratar dependentes químicos do país 

A história de vida de um brasiliense vai virar filme. Há pelo menos uma semana, produtores da empresa Gustavo Marcolini Filmes, em parceria com a Zazen Produções, estão no Distrito Federal gravando imagens de José Henrique França (no centro da foto em destaque), um ex-traficante internacional de drogas que deixou o crime, libertou-se do vício em entorpecente e fundou uma das maiores casas de tratamento de dependentes químicos do país.

O trabalho conta com a direção e consultoria de Marcos Prado, que esteve à frente de longas como Tropa de Elite 1, Tropa de Elite 2 e Ônibus 174. Como explica Gustavo Marcolini, o primeiro produto será um documentário, com previsão de ser finalizado em 2021. A ideia é transmitir a película em festivais, escolas públicas e universidades.

Depois, a intenção é adaptá-la para a telona e vendê-la para uma plataforma de streaming, como Netflix ou Amazon Prime. “O que aconteceu com o Henrique é algo muito raro, porque ele não se contentou apenas em cessar com o tráfico e se tratar do vício: ele também passou a tratar os outros. Então, a ideia é mostrar a vida desse personagem e levá-la para festivais de cinema, para que o grande público tenha acesso. Mais para frente, tentar em alguma plataforma de streaming”, explica Gustavo.

A história de Henrique França realmente é singular. Neto do ex-deputado federal e pioneiro de Brasília Manuel França Campos, ele conta ter iniciado seu vício aos 11 anos, no álcool. Aos 12, conheceu maconha e nunca mais parou. Adolescente de família de classe média alta, sempre teve facilidade em comprar entorpecentes.

À época atleta profissional de polo aquático, ganhou muitas medalhas e troféus, mas a entrada na cocaína fez ruir seu maior sonho: jogar na seleção brasileira. Aos 18 anos, era nome certo para figurar na lista de convocados, mas acabou preterido por não conseguir cumprir compromissos. “A droga fazia eu deixar tudo de importante em segundo plano.”

Iniciativas do DF promovem bem-estar a moradores de rua

As atividades têm como intuito elevar a qualidade de vida da população carente

Visibilidade, empatia e respeito. Esses são alguns dos ingredientes que o trabalho voluntário requer para que ações transformadoras atinjam pessoas em vulnerabilidade socialO país apresenta, até o momento, quase 300 mil organizações da sociedade civil (OSCs). São entidades sem fins lucrativos que, em sua maioria, desenvolvem ações para grupos específicos, como crianças vítimas de abusomulheres que sofrem violência doméstica, dependentes químicos, refugiados e pessoas em situação de rua.

Quanto ao último caso, os dados são alarmantes. No Distrito Federal, mais de 3 mil pessoas não têm onde morar, de acordo com a Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh). Levantamento do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB) mostrou que a maior parte delas fica concentrada na área central, que engloba conhecidos pontos brasilienses, como a Rodoviária do Plano Piloto e o Setor Comercial Sul (SCS).

Embora existam ações governamentais voltadas a essa parcela da população, a sociedade civil também se movimenta para melhorar a qualidade de vida de quem, muitas vezes, está invisibilizado. O Metrópoles conta a história e missão de algumas delas.

The Street Store

Após assistir ao vídeo da organização não governamental (ONG) The Street Store, criada na Cidade do Cabo (África do Sul), a autônoma Ruth Maressa, 24 anos, decidiu trazer a notória iniciativa para as ruas do Distrito Federal.

O projeto recolhe roupas, calçados, brinquedos e outras doações para pessoas em vulnerabilidade social, e realizou sua 11ª edição no dia 7 de dezembro.

As atividades são centralizadas em formato de loja ao ar livre, para que indivíduos necessitados ou em situação de rua possam escolher o que vão levar.

Além disso, os eventos realizados pela ONG The Street Store abrange serviços de beleza, saúde, refeições, shows e muito mais. 

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